COMUNIQUE

Seja Bem vindo! Nossa meta é anunciar Boas Novas! Léo Lima
Precisamos decidir em como ser valiosos, em vez de pensar o quão valiosos somos. Filosofia chinesa

Aflições vindas das Mãos Soberana São bênçãos disfarçadas! (Adam Clarke)

segunda-feira, 1 de maio de 2017

DESFRUTE A VIDA

Confia ao Senhor as tuas obras, e teus pensamentos serão estabelecidos”. (Provérbios 16.3).
Ouvi uma exclamação de uma vizinha logo de manhã quando pessoas transitavam apressadas pela rua como que para não perder a hora do trabalho. ‘Correndo para a vida!’ Interessante é a reflexão que esta exclamação provoca em nós. Como se a vida fosse resultado do trabalho e vice-versa. Ou se só existisse vida após trabalho.
Mas se entrarmos nos orifícios das palavras: ‘correndo para a vida’ é possível imaginar a vida de uma pessoa que não pode trabalhar. Ela deve sentir-se como em uma prisão. Só em pensar na possibilidade de não poder correr para o trabalho assusta.
Existe outra coisa boa em trabalhar: o prêmio. Mesmo quando a recompensa é composta de simples palavras para expressar uma admiração por algo que fize­mos. Tantas vezes é possível contemplar, a olhos nus, o resultado do nosso trabalho, proporcionando-nos um grande bem estar.
O lavra­dor pode descortinar, quando tudo vai bem, o resultado de seu trabalho que torna a terra mais alegre, mais festiva antes da colheita! Em casa, é estar tudo limpinho, mesmo que logo seja desfeita esta arrumação pela alegre bagunça dos familiares. No trabalho secular, uma boa remuneração vai mostrar que todos os esforços e sacrifícios pelo qual o trabalhador passou, foram reconhecidos e apreciados. Quando a recompensa se faz presente mostra o mesmo resultado da semente lançada na terra: de nascer e crescer, germinar e produzir frutos. O trabalho produziu frutos!
Portanto, a corrida para a vida passa por estes mesmos estágios: nascer, crescer, germinar e produzir frutos. Correr para a vida, trabalhar, é mais que estar vivo. É viver uma vida plena. Absoluta! Desfrute com alegria a vida que o Senhor oferece!

Léo Lima

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