COMUNIQUE

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Precisamos decidir em como ser valiosos, em vez de pensar o quão valiosos somos. Filosofia chinesa

Aflições vindas das Mãos Soberana São bênçãos disfarçadas! (Adam Clarke)

quarta-feira, 29 de junho de 2016

UM BOM NOME

O nome limpo vale mais do que o perfume mais caro; e o dia da morte é melhor do que o dia do nascimento. É melhor ir a uma casa onde há luto do que ir a uma casa onde há festa, pois onde há luto lembramos que um dia também vamos morrer. E os vivos nunca devem esquecer isso. A tristeza é melhor do que o riso; pois a tristeza faz o rosto ficar abatido, mas torna o coração compreensivo. Quem só pensa em se divertir é tolo; quem é sábio pensa também na morte”. (Eclesiastes 7.1-4).
Quando Salomão faz referência à morte dizendo que é melhor estar em uma casa onde há luto, ele demonstra que a reflexão sobre como a vida passa ligeiro é uma necessidade. Diante da morte ficamos cônscios da brevidade da vida. O semblante de uma pessoa diante da morte é sério e triste, e tudo que ela pensa é que pode melhorar sua forma de viver.
Entretanto, antes de fazer esta reflexão ele aponta para o valor de se ter um bom nome. Para construir um bom nome é necessário que façamos conforme o sábio diz: ‘A integridade dos retos os guia; mas, aos pérfidos, a sua mesma falsidade os destrói’. (Provérbios 11.3). Portanto, é necessário buscarmos viver de tal forma que sejamos vistos como pessoas íntegras.
Nosso pensamento deve ser desenvolvido de tal forma que sejamos sábios e não devemos permitir frivolidade residindo nele. O conselho do apóstolo Paulo para o jovem Timóteo foi de que ele deveria dar bom testemunho. ‘Pelo contrário, é necessário que ele tenha bom testemunho dos de fora, a fim de não cair no opróbrio e no laço do diabo’. (I Timóteo 3.7).
Léo Lima

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