COMUNIQUE

Seja Bem vindo! Nossa meta é anunciar Boas Novas! Léo Lima
Precisamos decidir em como ser valiosos, em vez de pensar o quão valiosos somos. Filosofia chinesa

Aflições vindas das Mãos Soberana São bênçãos disfarçadas! (Adam Clarke)

sábado, 11 de junho de 2016

SOCORRO AOS INJUSTIÇADOS

Então olhei de novo para toda a injustiça que existe neste mundo. Vi muitos sendo explorados e maltratados. Eles choravam, mas ninguém os ajudava. Ninguém os ajudava porque os seus perseguidores tinham o poder do seu lado. Por isso, cheguei a esta conclusão: aqueles que morreram são mais felizes do que os que continuam vivos. Porém mais felizes do que todos são aqueles que ainda não nasceram e que ainda não viram as injustiças que há neste mundo”. (Eclesiastes 4.1-3).
Neste texto o escritor se lamenta por ver tantas pessoas sendo injustiçadas com toda forma de exploração e maltratadas. Se já se podia ver estas situações hoje de forma maior se constata no mundo todas as sortes de injustiças. O que fazer se não existe uma algo a fazer neste mundo em que o mais importante é ganhar cada vez mais para se ter sempre mais.
Deus se manifestou através do profeta Isaías: ‘“Não! Não é esse o jejum que eu quero. Eu quero que soltem aqueles que foram presos injustamente, que tirem de cima deles o peso que os faz sofrer, que ponham em liberdade os que estão sendo oprimidos, que acabem com todo tipo de escravidão. O jejum que me agrada é que vocês repartam a sua comida com os famintos, que recebam em casa os pobres que estão desabrigados, que dêem roupas aos que não têm e que nunca deixem de socorrer os seus parentes.  “Então a luz da minha salvação brilhará como o sol, e logo vocês todos ficarão curados. O seu Salvador os guiará, e a presença do Senhor Deus os protegerá por todos os lados’. (Isaías 58.6-8).
Portanto, de nada adianta estarmos somente de joelhos dobrados em oração e não estendermos as nossas mãos para socorrer aqueles que sofrem. Para alegrarmos ao Senhor é necessário olharmos ao nosso redor e fazermos aquilo que agrada a Deus.

Léo Lima

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