COMUNIQUE

Seja Bem vindo! Nossa meta é anunciar Boas Novas! Léo Lima
Precisamos decidir em como ser valiosos, em vez de pensar o quão valiosos somos. Filosofia chinesa

Aflições vindas das Mãos Soberana São bênçãos disfarçadas! (Adam Clarke)

sexta-feira, 2 de setembro de 2016

LEMBRANÇA FELIZ

Então olhei eu para todas as obras que as minhas mãos haviam feito, como também para o trabalho que eu aplicara em fazê-las; e eis que tudo era vaidade e desejo vão, e proveito nenhum havia debaixo do sol(Eclesiastes 2.11).
Vaidade é igual: ‘Qualidade do que é vão, instável, ou de pouca duração. Desejo imoderado e infundado de merecer a admiração dos outros. Vanglória, ostentação, futilidade’. Quando o autor declara que tudo na vida, ‘tudo’ mesmo o que ele havia produzido, era vaidade, ele estava dizendo que os prazeres, pelo qual tudo se realizou, são vãos. Ele ainda está demonstrando que o amor excessivo ao bem próprio, sem consideração aos interesses alheios é mera vaidade. Exclusivismo que faz o indivíduo referir tudo somente a si próprio é puro egoísmo, e como ele mesmo disse: ‘e eis que tudo era vaidade’.
Mas existe ainda o aspecto que de forma universal o ser humano sai para adquirir tudo o que deseja. Faz de tudo para obter o ideal. É esta situação que leva a pessoa a ver que ainda não realizou o imaginado. O mundo gira em torno de se ter. Ter sem importar em como chegar lá. Não só é vaidade como disse o sábio, mas ainda o resultado é uma insatisfação generalizada.
O prazer: ‘E eis que tudo era vaidade’, era o que sentia Salomão que relata a forma como ele experimentou o deleite, as riquezas, e as recreações culturais na busca da satisfação e do prazer. É certo que nada disso lhe proporcionou real felicidade e somente a insatisfação foi o sentimento por ele vivenciado. Naquele momento de introspecção ele estava sentindo que tudo era simplesmente vaidade.
Sabemos que somente em Deus e na sua vontade pode o homem encontrar paz, satisfação e alegria permanentes. Tanto que Salomão encerrou o seu refletir com esta afirmativa: ‘Lembra-te também do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias, e cheguem os anos em que dirás: Não tenho prazer neles’. (Eclesiastes 12.1).
Os dias maus chegam, mas se a pessoa estiver firmada no Redentor sentirá prazer em cada momento que vive!

Léo Lima

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