“Deus abençoa a
terra que recebe a chuva, a qual muitas vezes cai sobre ela e produz plantas
úteis para aqueles que trabalham nela. Mas a terra que produz mato e espinhos
não serve para nada; ela corre o perigo de ser amaldiçoada por Deus e acaba
sendo queimada”. (Hebreus 6.7-8).
O autor da carta aos
Hebreus, destaca a terra boa e a terra que não serve para nada. ‘E dizia: O
reino de Deus é assim como se um homem lançasse a semente à terra, e dormisse,
e se levantasse de noite ou de dia, e a semente brotasse e crescesse, não
sabendo ele como’. (Marcos 4.26,27). O semeador apronta a terra com cuidado e quando ele acha que ela
está pronta espalha as sementes. Tudo o que podia fazer na primeira etapa para
ter uma boa colheita, estava feito. Ele necessita agora esperar que chegue chuva
do céu e que o sol também realize o seu trabalho. É imperativo que o solo seja bom
e reaja para que a minúscula semente morra e brote da terra. Podemos pensar na palavra
do autor que faz referência à terra que não produz nada frutífero. Ela é
esquecida. Temos um terreno à nossa disposição, em que a semente do evangelho precisa
ser plantada. O milagre do evangelho ao resgatar a vida de cada um dos que venham
a crer no sangue remidor de Jesus Cristo, deveria transformar o mundo e fazer
do reino de Deus um estado de plenitude para todos os que dele participam. Como
estamos semeando? É nosso o encargo de plantar essa preciosa semente. Que
possamos cumprir nossa missão. Louvado seja o Senhor!
Léo Lima
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